Um cartão Elo, vários bolsos e uma regra clara por compra
O colaborador recebe um plástico só. O que muda em relação a um cartão comum é o que acontece antes de a compra passar: o saldo está separado por categoria e a autorização confere a categoria do estabelecimento antes de liberar o valor.
- Bandeira Elo
- Saldo por bolso
- Aproximação com trava
- Bloqueio pelo app
- Cartão virtual em breve
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Elo, na rede que o colaborador já conhece
O cartão é físico, é da bandeira Elo e circula na mesma rede de maquininhas do dia a dia. A diferença está na regra que roda por cima da transação.
Crédito ou débito, conforme o bolso
A forma usada na maquininha depende de como a empresa configurou aquele bolso: há bolsos que operam como voucher, outros como crédito, e há os que aceitam as duas formas. O extrato mostra em qual bolso a compra entrou.
Aceitação nacional, sem lista de conveniados
Não existe uma relação fechada de lojas parceiras por cidade. Onde a bandeira é aceita e a categoria do estabelecimento corresponde a um bolso ativo, a compra passa — inclusive em cidade pequena, inclusive em viagem.
Compra online segue a mesma regra
Em e-commerce a lógica não muda: a loja precisa estar classificada numa categoria compatível com o bolso. Os dados necessários para a compra online ficam na ação Dados do cartão, na própria tela de cartões.
A CusCuz Benefícios é uma marca da BAMEX BENEFÍCIOS INSTITUIÇÃO DE PAGAMENTOS LTDA., responsável pela emissão e gestão dos cartões de benefício.
O saldo não é um só: são bolsos
Um cartão comum tem um saldo e uma pergunta: tem limite? O multibenefício tem vários saldos e uma pergunta a mais, feita antes de qualquer valor sair — esta compra é da categoria certa?
A empresa credita cada bolso separadamente
Na recarga, cada categoria liberada recebe o seu próprio valor: Refeição tem um saldo, Alimentação tem outro, Mobilidade outro. Um bolso não cobre o outro, nem no fim do mês.
O estabelecimento chega com uma categoria
Todo lugar que aceita cartão tem um código de categoria (MCC) atribuído pela credenciadora. É esse código que diz se aquilo ali é restaurante, supermercado, posto, farmácia ou transporte.
A autorização compara e responde na hora
Se a categoria bate com um bolso ativo e há saldo nele, a compra é aprovada. Se não bate, é negada no ato — o cartão não pega saldo de outro bolso para fechar a conta.
A regra é por estabelecimento, não por item
A autorização enxerga a categoria de quem vende, não a etiqueta de cada produto do carrinho. Dentro de uma loja aprovada para o bolso, o cartão não separa item a item — o que separa é a classificação do estabelecimento. Quando a empresa está inscrita no PAT, as regras do programa se somam a essa restrição.
No app, cada bolso aparece com o seu saldo
O painel do colaborador mostra o saldo com um toque para ocultar ou exibir o valor, e separa o gasto por categoria — Refeição, Alimentação e Mobilidade aparecem cada um na sua linha. Ninguém precisa somar cupom fiscal para saber quanto sobrou de qual benefício.
- Saldo e validade por cartão, direto na tela de cartões.
- Extrato com cada compra em uma linha, mais recentes primeiro; as estornadas aparecem riscadas e o status aparece ao tocar na compra.
- Gasto por categoria no período, para o colaborador saber onde o benefício está indo.

Os controles ficam com quem carrega o cartão
Aproximação, limite, senha e bloqueio são decisões do colaborador dentro do app — não um chamado aberto no RH que só é resolvido no dia seguinte.
Compras por aproximação
Um botão liga e desliga a aproximação, na própria tela de configuração do cartão. Desligado, a compra volta a exigir o cartão inserido na maquininha.
Sem limite de valor
O segundo botão da mesma tela. Desligado, o cartão volta a pedir senha nas compras acima do limite por aproximação — é a trava que protege quem perde o cartão destravado.
Senha de transação ≠ senha de acesso
São duas senhas distintas, e o perfil do app trata assim: a senha de acesso abre o aplicativo; a senha de transação autoriza a compra na maquininha. Trocar uma não troca a outra.
Bloqueio pelo próprio colaborador
Bloquear cartão é uma ação da tela de cartões — sem ligar para o RH e sem abrir chamado. No mesmo lugar ficam o desbloqueio de um cartão novo e o pedido de 2ª via.
O cartão perdido também é um problema de custo, não só de segurança. Por isso o bloqueio é imediato e feito pelo colaborador, enquanto a emissão do substituto passa por aprovação de quem paga a conta — as duas coisas em fluxos separados.
A 2ª via começa no app e passa pela decisão do RH
O colaborador não fica sem resposta e o RH não perde o controle do custo. São seis passos, e o segundo é automático.
Pedido no app
O colaborador solicita a 2ª via na tela de cartões e informa o motivo: perda, roubo, dano ou expiração.
- Automático
Bloqueio automático do cartão antigo
O pedido bloqueia o plástico anterior automaticamente. Não existe janela entre pedir o cartão novo e proteger o que ficou para trás.
Fila de decisão no Portal RH
A solicitação cai numa fila para quem administra o benefício aprovar ou recusar. É esse passo que impede reemissão em massa sem controle de custo.
Novo pedido enviado à emissora
Aprovado, o cartão entra em produção no mesmo ciclo de emissão dos pedidos em lote do RH.
Rastreio até a entrega
O status acompanha o plástico em produção, em transporte e entregue — o RH responde “onde está meu cartão” olhando o portal, não o telefone da transportadora.
Ativação pelo colaborador
O cartão novo chega bloqueado e só passa a valer depois da ativação, com os 16 dígitos e a validade impressos nele.
Cartão virtual: em breve — e é exatamente isso que o app diz
A tela de cartões já tem a opção Criar cartão virtual, marcada como “em breve” dentro do próprio aplicativo. Enquanto estiver assim, esta página não vai vendê-la: não anunciamos data, não cobramos por ela e não descrevemos escopo que ainda não existe. Quando entrar, entra aqui com o que faz e com o que não faz.
O que existe hoje é o plástico Elo, e ele resolve os dois cenários: compra presencial na maquininha e compra online com os dados consultados no app.
Ativação em 3 passos, sem ligação
O cartão chega bloqueado. A ativação é feita pelo colaborador no app, com o que está impresso no próprio plástico.
Receba o plástico e abra a ativação
O cartão chega bloqueado. A ativação fica na tela Ativar cartão, dentro do app do colaborador — pelo navegador, sem depender de loja de aplicativos.
Confirme os 16 dígitos e a validade
A tela mostra o preview do plástico e pede o número de 16 dígitos e a data de validade impressos no cartão. O app confere o vínculo do colaborador com a empresa antes de liberar.
Cadastre a senha de transação
É a senha que autoriza compra na maquininha, diferente da senha de acesso ao app. Concluído esse passo, os bolsos liberados pela empresa já aparecem com saldo e validade.
- Ativar meu cartão(abre em nova aba)

O que o colaborador pergunta na primeira semana
Quer ver o cartão dentro da sua operação?
A conversa útil não é sobre o plástico: é sobre quais bolsos a sua empresa vai liberar, com que valor e em que ciclo de recarga.
- Montagem do pacote de categorias por grupo de colaboradores.
- Fluxo de emissão, 2ª via e bloqueio conforme a sua política interna.
- Quem no RH decide o quê — e o que fica registrado de cada decisão.